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Dr. Jomateleno e Vera Rossignoli, em audiência com todos os Governadores do Brasil, para apresentar programa de ressocialização.

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A situação das penitenciárias atualmente no Brasil é calamitosa, cadeias e presídios superlotados, em condições degradantes, esse contexto afeta toda a sociedade, que recebe os indivíduos que saem desses locais da mesma forma ou piores do que quando lá entraram. É direito constitucional que todos os cidadãos, ainda que tenham cometido algum tipo de delito, serem tratados com dignidade e respeito.

Nesse contexto cresce a importância da adoção de políticas não só publicas como também da iniciativa privada que efetivamente promovam a socialização do cidadão para evitar que no futuro tenham que trabalhar na sua ressocialização.

A  ressocialização é uma tarefa muito mais difícil do que a socialização e ao que vemos nos presídios brasileiros é um triste espetáculo do “faz de conta que eu te ressocializo que eu faço de conta que estou ressocializado”.

Temos conosco o ex-encarcerado Vagner Aparecido Pinheiro – ZIRÃO, que cumpriu interruptos 37 (trinta e sete) anos de cárcere e nos últimos 10 (deis) anos se dedicou a juntamente conosco desenvolver um programa de ressocialização, hoje em liberdade plena, nada devendo para justiça é nossa maior arma para combater a criminalidade afinal sabe como ninguém o porquê do aumento da população carcerária e também o porquê dos altos índices de reincidência.Zirão perdeu no cárcere praticamente os melhores anos de sua vida e hoje a frente da obra social que nos ajudou a criar esta preparado como ninguém para representar a população carcerária como um todo, naquilo que é uma obrigação do Estado e um dever de nossos Governantes.

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Ouve-se no dia a dia, inúmeros comentaristas e estudiosos falando sobre a solução no combate a criminalidade, mas o resultado que temos são mais e mais cadeias sendo construídas e sempre insuficientes para suportar o crescimento da população carcerária. Zirão pode afirmar com certeza onde estão às falhas nos processos de ressocialização e esta se colocando a disposição a todos aqueles que realmente estão comprometidos e imbuídos na tarefa de tornar o Brasil um local melhor para se viver.

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O encarcerado ficou sem voz, antes se fazia greve de fome para ser ouvido, depois se passou a fazer rebeliões com queimas de colchões, em seguida passou-se a executar outros detentos e até agentes carcerários. O encarcerado ficou sem voz, antes se fazia greve de fome para ser ouvido, depois se passou a fazer rebeliões com queimas de colchões, em seguida passou-se a executar outros detentos e até agentes carcerários. Agora o encarcerado para ter sua voz ouvida vem aterrorizando a população brasileira com atentados e enfrentamentos do Estado desta feita não dentro do cárcere, mas fora do cárcere estabelecendo o verdadeiro terror. Acreditamos que muitas destas ações poderiam ser evitadas se o Estado ouvisse os encarcerados, mas como pode um encarcerado relatar sem ser retaliado algo de errado que esta acontecendo em sua unidade prisional ....

Todos nos sabemos que o uso de telefones celulares dentro dos presídios é proibido (com o que concordamos) afinal o nome penitenciaria por si só já responde muitas perguntas, ou seja, quem lá se encontra está pagando uma penitencia não podendo de forma nenhuma ter tais regalias.
Por outro lado é consenso mundial de que o ponto mais importante na ressocialização é o contato com familiares.

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Se os presídios são distantes, se as famílias não têm condições de visitar constantemente, se não se pode usar celular, como vem um Ministro como o Ministro Paulo Bernardo do Ministério da Comunicação e retira do encarcerado o direito ao Selo Social, (praticamente a única forma de ter legalmente contato com o mundo exterior) fato que por iniciativa do Elo Social foi revertido através da portaria  469/2012  dos Correios que lhes enviamos em anexo.http://www.socialcarceraria.org.br/materia_5_integra.html.

Agora em turnê pelo Brasil, Dr. Jomateleno dos Santos Teixeira, Presidente da CESB – Confederação do Elo Social Brasil, Vera Rossignoli, Diretora Nacional de Cursos Vivenciais e Vagner Aparecido Pinheiro – Zirão, estarão apresentando para todos os Governadores aquilo que entendem ser a solução para amenizar a escalada da violência em nosso país.

 

 

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Movimento Passando o Brasil a Limpo Ouvidoria